 |
24/11/2006 13:47
Nossa... quantas coisas para ensar de uma só vez... Quantas respostas eu tenho que dar! Que bom! Mais do que perguntar, adoro responder...
- Como esquecer um desgramento pelo qual fui apaixonada durante um bom tempo? Como apagar as marcas da mágoa?
Essa é meio simples: não se esquece e não se apaga. É impossível esquecer o que foi vivido, seja bom ou ruim. A memória é um bichinho esquisito: não dá pra destruir, não tem fim, não tem começo e nem limites.
O coração é igual. Um vaso que se quebra, por mais que o consertemos e o deixemos lindos e maravilhosos, nunca mais será o mesmo. Não vou ser ridícula e dizer que um grande amor se esquece com outro grande amor por vários motivos:
1 - Eu acho mesmo que essa frase é ridícula do começo ao fim e também toda a essência dela. Não concordo com isso, pois acredito que amor mesmo, só uma vez. Aí você pergunta: então estamos condenados a sofrer por um amor a vida toda? Não necessariamente, pois é possível guardar aquele amor e só vê-lo e senti-lo de forma boa e saudável.
2 - Eu seria muito ridícula se dissesse que amei o *******. Pois por mais que eu fizesse e desfizesse, aquilo era uma paixão avassaladora, da qual eu tinha consciência e gostava, e não queria deixar acabar. Mas fui sofrende demais, fui sendo idiota demais (e quando estamos apaixonados somos mesmo idiotas) e cansei. Me consolei pensando "não tinha que ser" e ponto. Só que aqui não foi simplesmente falta de coragem de lutar ou mesmo de vontade: foi a venda dos meus olhos que caiu e me fez vez que tudo não passou de um lindo conto de fadas, mas com um final não tão feliz assim.
3 - Me desculpem os que acreditam na frase, mas ela é mesmo ridícula. Aliás, não odeser verdadeira, pois as juras de amor, todas, seriam falsas!
É verdade, é impossível esquecer as músicas tantas vezes dedicadas e todos os segundos diserdiçados com pensamentos lindos. Eu ainda lembro (...Inda lembro o que passou... Eu, você em qualquer lugar...), mas não me ermito mais sofrer por isso. Prefiro pensar que ele foi um filho da p... e eu uma imbecil e que tudo já passou. Evito lembrar e por isso eliminei praticamente todas as memórias que eu tinha do dito cujo. E assim vai sendo.
Parei de ler as DUAS cartas que ele me escreveu (contra umas 50 que eu escrevi), parei de ler as coisas que eu escrevi e nunca mandei, deixei de colocar as músicas que me lembravam o "cara-de-tacho" como as minhas preferidas e arei de vê-lo como um príncipe, sem defeitos e magnífico.
Foi no momento em que percebi que ele era uma essoa normal como eu que deixei de ficar apaixonada. Não nego que tenho um frio na barriga a cada vez que acontece um milagre e ele resolve aparecer por orkut, e-mail, cartão-postal, etc. Mas porque meu coração se acostumou a acelerar quando sentia a presença do bendito no ar.
E prá terminar: comecei a ver nas músicas aquilo que eu estava sentindo e disse, da mesma forma que eu dizia antes. A paixão virou mágoa, mas foi melhor do que se tivesse virado amor. E eu fui viver a minha vida...
Eu fiz isso, Star...
enviada por Bamblerose Baggins
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
|
 |